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Campo Grande é segunda mais cara do pais

Com um reajuste de 34,70% em 2018 Campo Grande (MS) deixou de ser a cidade mais barata para almoçar fora de casa na região Centro Oeste e tornou-se a segunda cidade mais cara do país para quem tem que fazer suas refeições foram da residência. Foi registrada uma variação de 32,3% em relação a 2017 quando  o percentual de aumento tinha atingido 26,23%. O posto que era de Campo Grande na edição passada da pesquisa agora é de  Diadema (SP) onde o trabalhador gasta menos em comparação a outros municípios, com preço médio de R$ 28,85, em 2018.

A pesquisa “Preço Médio da Refeição Fora do Lar”, foi realizada anualmente pela ABBT – Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador, De acordo com a pesquisa, a variação de preço de um ano para outro foi diretamente impactada pela realidade econômica de cada município. “O país vem atravessando uma fase de econômica pouco aquecida, o emprego e a renda ainda não se fortaleceram e isso afeta diretamente o desempenho dos estabelecimentos. Mais do que qualquer outro segmento, restaurantes são sensíveis a qualquer oscilação”, pondera a diretora-executiva da ABBT.

A Pesquisa também aponta que o trabalhador do Centro-Oeste desembolsa, em média, R$ 35,16 para almoçar fora de casa. O preço está acima da média nacional, de R$ 34,84. A região registrou foi a que registrou o maior aumento no País: 7%. O percentual está acima da inflação de 3,75% apurada no mesmo período que a pesquisa pelo IPCA/IBGE. O estudo foi feito em 22 Estados e no Distrito Federal, num total de 51 municípios, e coletou quase 6,2 mil preços de pratos, no período de dezembro de 2018 a fevereiro de 2019.

Os dados foram apurados para a entidade pela GS & Inteligência, empresa do Grupo Gouvêa de Souza. Foi considerado o preço da refeição composta por: prato principal, bebida não alcoólica, sobremesa e café, na hora do almoço, em estabelecimentos que aceitam voucher refeição como forma de pagamento. “O estudo é um termômetro importante que auxilia as empresas a ponderar sobre o valor do auxílio concedido ao trabalhador. Além disso, serve como referencial para garantir que quem recebe o benefício possa ter acesso a refeições de qualidade, nutritivas e equilibradas”, afirma Jessica Srour, diretora-executiva da ABBT.

Leia a matéria original em: Diário Digital