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Os caminhos para se desenvolver franquias consistentes e duradouras

“Como desenvolver um projeto de franchising consistente e duradouro?” Especialistas responderam essa questão no painel que encerrou a parte da manhã do 4º Congresso de Expansão de Redes. Participaram Tina Costi, diretora comercial da máster franquia Clube Melissa, Eliardo Rodrigues, CEO da Club Life to Go, e Carlos Pollhuber, diretor de marketing do Bob’s, com moderação de Lyana Bittencourt, sócia-diretora do Grupo BITTENCOURT.

Tina detalhou a trajetória da marca, criada com a primeira sandália Melissa em 1979. Com 25 mil funcionários, a fabricante Grendene possui mais de 40 marcas, sendo a Melissa a primeira delas. A marca líder em seu ramo está presente em mais de 96 países e conta atualmente com 250 franquias em todo o Brasil.” Temos muita cautela na expansão porque acreditamos na longevidade do negócio”, salientou Tina.

Há dois anos no mercado, a rede de alimentação saudável Club Life To Go possui 28 lojas, dentre elas 4 operações internacionais: uma em Lisboa, outra está prestes a ser aberta na cidade do Porto, em Portugal, e em outubro duas serão inauguradas em Miami.

De acordo com Rodrigues, a franquia procura ser inovadora, com menu equilibrado para atender nichos diferentes de pessoas. “A palavra chave é equilíbrio, procurando atender nossos consumidores em todos os níveis”, afirmou. “Temos que procurar trazer para o consumidor uma experiência diferente, que ele entre numa loja e diga: ‘Uau’, que vai além de uma experiência de alimentação”, enfatizou, e concluiu: “Se eu tivesse que dar um conselho, eu diria: invistam nas pessoas. Não fazemos nada sozinhos”.

Com 66 anos de história e 1.100 pontos de venda (PDVs) distribuídos por todo o Brasil, o Bob’s se tornou referência em inovação. Os investimentos em tecnologia, por exemplo, fizeram com que as vendas digitais representem atualmente mais de 12% do faturamento da rede.

Segundo Pollhuber, a rede atua com foco em algumas macrotendências: participação do consumidor, liberdade e personalização – conveniência, fragmentação das audiências e horizontalizaçao do relacionamento – custo versus beneficio e comida de verdade. “Esse processo de mudança do consumidor vai continuar acontecendo e ele será cada vez mais exigente. As marcas têm que se atualizar já. A transformação digital é uma oportunidade, mas também uma ameaça e é preciso pensar de modo disruptivo e agir rapidamente”, concluiu.

Leia a matéria original em: ABF